As reuniões ordinárias do grupo são abertas e qualquer cidadão pode participar e ocorrem toda 1ª terça-feira de cada mês, na ASPAM.

Não aceitaremos mais comentários anônimos


Entendemos que todo anônimo (ou FAKE) que agride é, por essência, um covarde, uma pessoa que quer atirar pedras no telhado alheio e se esconder, por isso tomamos a decisão de não mais publicar comentários anônimos.

Formamos uma comunidade, onde cada um se assume, tem nome, endereço e trabalho. Expomos nossos nomes em público, todos sabem quem somos, portanto não nos cabe permitir que anônimos venham a difamar as pessoas.

Todo comentário, contrário ou não a nossa causa, será publicado, desde que devidamente identificado

Instalamos um plugin que ao receber um novo comentário, se for anônimo ou estiver com perfil não disponível, é jogado automaticamente na lata de lixo (Spam), de modo que nem mesmo serão lidos, poupa-nos o tempo necessário a se dedicar a coisas mais úteis. Quem quiser escrever comentários, deverá se identificar.

Cremos que as pessoas de bem entenderão... as outras não nos farão falta!

Obrigado pela atenção.


Você acha que a Câmara de Vereadores está exercendo, de maneira satisfatória, o seu papel de fiscalizar o dinheiro público?

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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

DESARMONIA EXISTENCIAL E CÂNCER.

Sempre que se fala em câncer, o hábito de bebida alcoólica e o tabagismo são apontados como causa principal.Além destes fatores, são citados com certa frequência a poluição, o estresse e os maus hábitos alimentares.

Para entender o que vem a ser o câncer, como preveni-lo ou curar-se dele.Deve-se estudar os seus mecanismos e como funciona o ser humano, sua fisiologia.O câncer nada mais é do que uma desorganização celular resultante da crônica desarmonia a que qualquer ser animal é submetido ao longo da sua existência.

Sem sombra de dúvidas, o homem, é o mais bem evoluído ser vivo na face da terra.Dentre tantas potencialidades,a da auto cura é uma delas e, a que, mais deveria ser estudada, para que essa potencialidade possa ser revertida em seu benefício.O que resultaria numa existência saudável e benéfica para todos.

Provavelmente,o homem, é o único mamífero que tem plena consciência da sua dualidade;morte e vida.Daí o seu maior dilema.Não saber responder na sua totalidade: quem É, o que Quer e por Quê.

Ao mesmo tempo em que é o ser vivo mais completo,inteligente e generoso, pode ser o mais ignorante,egoísta,violento e estúpido ser que habita este planeta.

Quando falamos em desarmonia estamos nos referindo à desarmonia existencial.Desarmonia essa causada por essa dualidade do ser positivo e ser negativo.Honesto e desonesto.Ético e anti ético. Nascemos para sermos felizes,solidários e íntegros.Contrariar esses princípios é levar à desarmonia existencial-celular.

O nosso egoísmo,o nosso desenfreado desejo de ´´sucesso``, a qualquer custo,é o gatilho que, ativado, leva à desarmonia existencial. Afinal,o que é o sucesso?

Acreditar que, a cura do câncer está só no que nos oferta a medicina é um ledo engano.Desenvolver as nossas potencialidades de auto-cura, procurar um estado de Harmonia Existencial, saber perdoar e administrar e/ou entender o lado negativo que está dentro de nós é,sem dúvida, o maior elemento de cura para o câncer.

Eduardo Leite
gastroajuda@hotmail.com
http://eduardoleite.blogspot.com/2011/10/desarmonia-existencial-e-cancer.html

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Lixão provoca morte de animais e polui rio no interior da Bahia

 

Moradores se sentem incomodados com mau cheiro e presença de urubus.

Depósito está localizado na zona rural de Riachão do Jacuípe.

 Visualize o vídeo AQUI.


Um depósito de lixo sem tratamento tem provocado mau cheiro e transtornos para moradores, além de poluir as águas do rio Jacuípe e causar a morte de animais na zona rural da cidade de Riachão do Jacuípe, 183 km de Salvador.


O lixão está localizado em um grande terreno e existe há quase sete anos. São despejados no local todos os resíduos oriundos da coleta de lixo na cidade. Os urubus são atraídos e incomodam quem mora nas redondezas. Entre eles, está o mecânico Heldegardes Pinto de Matos, que diz ter procurado o Ministério Público algumas vezes, mas não obteve solução até o momento. "Temos problema de cachorro, problema de urubu, problema de carcará, muito mau cheiro, fumaça", descreve o mecânico.

Ossos de animais e móveis quebrados, além de lixo hospitalar e tecnológico são alguns dos resíduos sólidos despejados no lixão. Ao longo dos anos, o riacho que existia no local acabou encoberto pelo lixo. Os moradores contam que, quando chove, a água arrasta o lixo para o rio Jacuípe. Parte dos resíduos é queimado. Os moradores dizem que raramente veem máquinas trabalhando no local para tentar amenizar o problema. "É a primeira vez que vejo máquinas aqui fazendo esse movimento", diz o agricultor João Oliveira.

O lavrador Tertuliano da Silva Santos diz que não sabe mais o que fazer. Ele tem uma pequena fazenda vizinha ao local, que fica cheia de sacos plásticos levados pelo vento e, por conta disso, afirma que muitos de seus animais já morreram. "Em duas horas, já perdi três bezerros, tudo embuchados de plásticos. Tem horas que dá vontade de botar fogo em tudo e dizer adeus, acabou. Tanto que eu trabalhei para ver uma miséria dessa aqui. É difícil", comenta o lavrador.

O prefeito da cidade, Lauro Falcão, disse que está à procura de um novo terreno, em local mais distante da cidade para implantar um aterro sanitário. Ele afirma que o projeto do aterro já foi aprovado pelo Governo Federal como parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
 

 

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Riachão do Jacuípe pode se empenhar mais no combate às drogas


Em 2001, a Igreja Católica, ao lado de outras igrejas cristãs, realizou uma importante Campanha da Fraternidade, com o tema “Vida sim, drogas não”. Foi quando em Riachão do Jacuípe mais se discutiu o problema que direta ou indiretamente atinge toda a população. Os jovens realizaram peças e até um filme educativo, de maneira a prevenir o consumo de drogas lícitas como o álcool e o cigarro, e a dependência química, que tem resultado igualmente devastador.

Dez anos depois, praticamente nada mudou, na cidade, e é possível até dizer que a violência aumentou. Violência, como todos sabem, costuma ser resultado de alcoolismo, consumo de drogas mais pesadas ou disputa entre aqueles que lucram com isso tudo.
Hoje, não há campanha nenhuma em andamento, o trabalho preventivo que existe é válido, mas ainda é pouco. Como resultado, temos uma sociedade apreensiva, neurótica, desconfiada, especialmente entre aqueles que têm comércio e outras posses e vivem angustiados pela defesa de seu patrimônio. É claro que é preciso garantir a segurança pública, mas o maior patrimônio de uma sociedade é sua capacidade de existir de maneira integrada.

Muito pelo contrário, o que aqui se vê é uma maioria de pessoas voltada ao próprio umbigo, pouco interessada em projetos sociais. Não conseguem entender a economia como um todo, não aprenderam a exigir mais firmeza dos poderes públicos, esperam de boca aberta que a paz social caia pronta do céu, enquanto adolescentes e jovens são deixados à própria sorte e à mercê da televisão que, com alguns conteúdos imbecis, formam e deformam a mentalidade de gerações inteiras. O consumo e o tráfico de entorpecentes vem na esteira disso tudo.

A Pastoral da Sobriedade, a propósito, está preparando uma série de seminários capazes de alcançar as famílias dos alunos de algumas escolas, a fim de que se comece a tratar os pais dos consumidores de drogas em potencial, porque se entendeu que é preciso atacar as causas do problema e não apenas seu resultado, mas não cabe à Igreja fazer o papel do Estado nem do Município. Daí porque as autoridades públicas já deveriam ter adotado medidas mais eficazes para conter a violência decorrente do tráfico e consumo de drogas, mas agem de forma improvisada e tardia, limitando-se praticamente à repressão e esquecendo-se de garantir a renda, a cultura e o lazer na medida da necessidade e da quantidade da população juvenil.

Medo, alarde e especulações em torno das drogas são uma forma medíocre e até irresponsável de reagir ao problema. Uma sociedade madura e uma administração pública competente enfrenta a questão de outra maneira. É precisamente essa capacidade política e técnica que faz falta em Riachão do Jacuípe.
José Avelange, integrante da ONG Mobilizadores Sociais.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Saúde pública ameaçada em Riachão do Jacuipe: Ossadas humanas e material hospitalar em meio ao Lixão

  
Segundo informações dos catadores do Lixão de Riachão do Jacuípe, localizado na Bacia do Jacuípe, há mais de seis anos todo o lixo doméstico e industrial produzido nos hospitais da cidade são despejados frequentemente pelo caminhão da coleta no local. 



O pior, nenhum material é devidamente separado. O Lixão fica nas proximidades da BR-324, a 3 Km do centro comercial da cidade, próximo ao Bairro da Santa Mônica. No lixo hospitalar são encontrados materiais como:seringas, luvas, remédios, restos de curativos, de partos, placentas e fetos natimortos.


“O lixo dos hospitais é queimado aqui mesmo, ontem mesmo a Sprint de Dr: Gilson, dirigida pelo motorista dele derramou um reboque de remédio ali pra baixo”, indicou o catador Cosme Luiz, chamando a nossa equipe para uma verificação.





Consequências

Insatisfeitos com a poluição provocada pelo lixão,os fazendeiros, como o senhor Hildegardes Pinto, e o senhor Zezito Cordeiro, encaminharam ao Ministério Público uma denúncia do fato com 167 assinaturas, vídeo com depoimentos de moradores, catadores do lixão e fotos.

Até o momento o Ministério Público em Riachão do Jacuípe não deu um parecer sobre o assunto. Há mais ou menos cinco meses que o M.P realizou uma Audiência Pública sobre Saúde Pública no município e as questões referentes ao Lixão sequer foram citadas.


Para o senhor Zezito, as constantes queimadas do lixo aumentam ainda mais os odores, além de atingir suas propriedades com a proliferação de moscas, urubus, e outros vetores de doenças. “Perdemos nossas aguadas, veja a situação, os urubus e cães que passam o dia aqui, visitam nossas fontes de água, além disso, o número de plásticos e ossadas de bichos, levadas pelos cães que aí vivem, é um absurdo”, disse indignado.


A mesma situação acontece com o senhor Edelgardes e outros proprietários, segundo ele, a carne e o leite produzidos nessa região estão comprometidos. “Na última vacinação de nossos rebanhos, sabendo dos riscos, quem veio vacinar foi a própria ADAB, que na ocasião, nos alertou sobre o risco, mas não providenciou medidas contra o poder público”, lembrou Edelgardes.





Impactos Ambientais


Apesar dos prejuízos dos fazendeiros, há consequências de âmbito mais gerais, por exemplo, as chuvas que caem sobre o lixão, descem para um córrego que deságua no Rio Jacuípe, comprometendo todo o solo e as águas do rio.


“O lixo está sendo incinerado de forma incorreta, agravando doenças respiratórias e dermatológicas de pessoas que moram nas redondezas. O acúmulo do lixo, e a queima, com o tempo, transforma tudo em cerume contaminando o solo e toda água, de tanques, açudes, riachos e rios que estejam próximos dessa área”.


O lixo hospitalar altamente infecto faz parte desse banquete da morte, e as pobres criaturas que se expõem nesse trabalho degradante ficam a mercê da própria sorte correndo o risco de se contaminarem e contaminarem toda a família”, analisou o professor e biólogo Joarez Carvalho.


No local, além de homens e mulheres, trabalham crianças, com idade a partir de 11 anos. Tentamos falar com Dr: Gilsoney Passos, Diretor do Hospital Regional, com o Diretor do Hospital Municipal, José Ramiro Ferreira Filho, e com o senhor João Reis de Oliveira, que, segundo os Mobilizadores Sociais, é o proprietário do terreno onde fica o Lixão. Porém, nenhum deles foi encontrado para falar sobre o assunto.


João Reis, mais conhecido como João Tampinha, é pai da esposa de um dos primos do prefeito Lauro Falcão. De acordo com os Mobilizadores Sociais, até maio de 2010 João Tampinha recebia mensalmente R$ 1.100,00 pelo aluguel do terreno, valor que somado ao longo de seis anos daria para comprar mais de dois terrenos iguais para o município.



Suborno e ossada humana no lixão


De acordo com as informações do catador Cosme Luiz, trabalhador do Lixão há cerca de seis anos, há 3 anos que ele e sua mãe, dona Maria Augusta de Jesus - também catadora na época, mas afastada por orientações médicas -, encontraram restos de seres humanos. A exemplo; ossos  de pernas e braços, crânios, fêmur e outras partes do esqueleto humano.


“Ele chegou aqui um dia mais uns puxa-sacos e me deu R$ 500,00 para eu não abrir o bico. Ele sabia que isso ia dar problema, revelou o catador de lixo, demostrando muita indignação, pois, segundo ele, embora tenha recebido o dinheiro, a vontade foi sempre a de denunciar ao Ministério Público.


Segundo apuramos, os ossos humanos foram trazidos para o lixão no período que o Prefeito Lauro Falcão havia autorizado a limpeza de algumas gavetas no cemitério local. Na mesma época, de acordo com informações de uma professora que não quis se identificar, o aterro da Escola Municipal Carmem e Silva foi realizado com a terra retirada do cemitério, o que causou espanto nas crianças que viram ossadas de esqueleto humano expostas durante o aterramento.

Também foi feito o contato com a prefeitura, contudo, só o prefeito poderia responder a tal denúncia, a informação que tivemos é que o mesmo estava viajando.


Por Laura Ferreira - para o Interior da Bahia
http://www.interiordabahia.com.br/p_meio_ambiente/16216.html 

terça-feira, 28 de junho de 2011

POLÍTICA E CORRUPÇÃO NA SAÚDE-PARTE II

É com muita satisfação que estamos lançando o segundo livro : POLÍTICA E CORRUPÇÃO NA SAÚDE- PARTE II

Este livro faz parte do projeto POR MELHORES CONDIÇÕES DE SAÚDE , que tem por finalidade principal colaborar na construção de uma saúde pública digna e eficiente para todos.

Por que temos o mais bem elaborado Sistema de Saúde Pública do mundo e vivemos um caos na saúde ? Falta de planejamento ? Corrupção ? Ingerências políticas ? Falta de padronização nas condutas médicas? Para responder a estes e outros questionamentos estamos dando continuidade ao nosso projeto com o lançamento desse segundo livro.

Caso tenha interesse em adquiri-lo pelo correio siga as instruções a seguir:

Deposite 20,00 reais na C.C nº 9217-7 Ag. 3026 Banco Bradesco, em nome do próprio autor, Eduardo Leite.

Já está incluso o serviço postal. Para o nosso controle enviar o nº. do comprovante bancário para o e-mail eduardoleite1949@gmail.com

Já está disponível na livraria Atlântica no shopping Boulevard e livraria Saraiva em Salvador.

POLÍTICA E CORRUPÇÃO NA SAÚDE- PARTE II . O PORQUÊ ! 

Nestes 36 anos como médico tenho sido testemunha de milhares de casos de Mistanásia: a morte miserável fora e antes do seu tempo. É esse crime social que me revolta desde o tempo de estudante e até hoje, mesmo exercendo medicina só em caráter privado, há mais ou menos nos últimos 15 anos, excetuando-se no período de um ano e quinze dias quando fui diretor do Hospital Clériston de Andrade, o segundo maior hospital da rede pública do Estado da Bahia.


Por não me conformar com tanta injustiça social, em especial, na área que mais deveria ser valorizada que é o direito a uma assistência à saúde digna e eficiente a que todo ser humano deve ter, procurava fazer a minha parte e para tal recorria à imprensa escrita e enviava meus artigos protestando sobre os descasos por parte das ditas autoridades constituídas. Escrevo há mais de 30 anos.Esse é o meu foco, essa é a minha arma é esse o meu caminho.

Esse segundo livro faz parte desse projeto; POR MELHORES CONDIÇÕES DE SAÚDE. Tive a idéia de fazer o primeiro livro por que tinha certeza que não continuaria como diretor geral do Clériston e temia que com a minha saída os meus projetos para reverter o imoral caos, herdado por 23 anos de administrações desastrosas fossem desprezados.

Mas havia saída. Era só executar o projeto que elaborei. Não me preocupava em continuar como diretor. Sabia que o mais importante não é o homem em si e sim as suas idéias e a execução delas. Por isso fiz o primeiro livro; HCA, POLÍTICA E CORRUPÇÃO NA SAÚDE-PARTE I.

Nesse livro foquei sobre o passado irresponsável dos governantes que antecederam o atual governo. Não me preocupei só em denunciar esse desrespeito com o patrimônio público. Enumerei e elaborei projetos que tornariam esse estratégico hospital um equipamento de vital importância para todo o interior da Bahia e que desafogaria os calamitosos e desestruturados hospitais da capital, estes, também, vilipendiados por governantes irresponsáveis e corruptos.

Daí o subtítulo PARTE I, apesar de movido por esperança de que este novo grupo político fosse sério e realmente comprometido com o bem estar dos mais necessitados, tinha minhas dúvidas. Caso esse grupo não seguisse os planos por mim elaborados eu faria o segundo livro para cobrar a realização desses projetos. E, assim o fiz.
POLÍTICA E CORRUPÇÃO NA SAÚDE-PARTE II tem esse propósito, não apenas de denunciar o descaso e a irresponsabilidade do atual governo que com provas incontestáveis de descaminho, repete os mesmos atos irresponsáveis dos governantes do passando, cometendo outro crime além da Mistanásia, que é roubar a esperança que restava a este povo sofrido e desassistido.

Neste segundo livro também proponho projetos e sugestões que possam melhorar não só o atendimento no Hospital Clériston Andrade, mas em toda a rede estadual e nacional.

Sonhar por uma saúde digna e eficiente para todos é mais do um sonho, é um projeto de vida como profissional médico. Lutar por esse sonho e propor soluções é a minha contribuição como cidadão. O fato de denunciar esses crimes sociais me levou a ter uns poucos equivocados detratores fortuitos e inimigos rancorosos que se acham acima do bem e do mal.

Não são ameaças e processos indevidos na justiça que me demoverão dos meus ideais. Sei também que nem a morte me fará silenciar. Vai-se o homem, ficam os seus ideais para a eternidade. No dia 23 do corrente a partir das 19 hs no foyer do Teatro do CDL, venham juntar-se a pessoas que almejam uma sociedade mais justa e igualitária para todos.

Eduardo Leite
gastroajuda@hotamail.com

 http://politicaecorrupcaonasaude.blogspot.com/2010/01/politica-e-corrupcao-na-saude-parte-ii.html



sexta-feira, 17 de junho de 2011

Campanha de vacinação contra pólio e sarampo dia 18

Secretaria da Saúde do Estado vai realizar a Campanha de Seguimento de Sarampo para imunizar crianças de 1 ano a 6 anos.

 

Manter o Brasil na condição de país certificado internacionalmente para a erradicação da poliomielite, estabelecendo proteção coletiva e a disseminação do vírus vacinal no meio ambiente, é o principal objetivo da realização no dia 18, da 1ª Etapa da Campanha Nacional contra a Poliomielite, que vai imunizar crianças de 0 a menos de 5 anos. Em conjunto, a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) vai realizar a Campanha de Seguimento de Sarampo para imunizar crianças de 1 ano a 6 anos. 

 

Vacinar, em cada etapa da campanha, no mínimo 95% é a meta determinada pelo Ministério da Saúde. Para a Pólio 1.080.715 devem ser imunizadas. Contra o sarampo, o público alvo é de 1.324.102 crianças, e a meta também é vacinar 95% dessas crianças. Para a campanha, que acontece em um sábado, vão funcionar, em todo o estado, 8 mil postos entre fixos e volantes. Cerca de 27.400 trabalhadores e voluntários estarão envolvidos e 2.500 veículos disponibilizados.

Este é o 32º ano da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e o 22º ano sem casos da doença no país. O Brasil está livre da pólio desde 1990. O último caso ocorrido foi em 1989, no município de Souza, na Paraíba. Atualmente, esta estratégia objetiva garantir a não reintrodução da doença no território brasileiro, já que em 19 países do mundo ocorrem casos de pólio, entre eles estão o Paquistão, Congo, Tajaquistão, Afeganistão e Índia.  Informações Sesab
http://ibahia.com/a/falabahia/?p=72676

terça-feira, 17 de maio de 2011

DICLOFENACO O ANTI-INFLAMATÓRIO QUE PODE SER FATAL.

O uso indiscriminado de anti-inflamatório não normal (AINH) é responsável por um grave problema de saúde pública no nosso país e nos Estados Unidos da América.
Os graves efeitos colaterais por uso desse medicamento que vão da insuficiência renal aguda, hepatite e a sangramento gastrointestinal severo que podem levar à morte. Nos E.U.A são responsáveis por mais de 100.000 internamentos hospitalares/ano com mortalidade que varia de 5 a 10 % .
No Brasil, país campeão da automedicação, infelizmente, as estatísticas não são valorizadas e quando existem não são confiáveis, fica portanto difícil uma melhor análise. É comum o seu uso para qualquer sinal de dor desde amigdalite, cólica uterina, cólica intestinal, dengue ou pequenos traumatismos.
No caso da Dengue e da Amigdalite o seu uso é absolutamente contra indicado por ser ineficaz, sem sentido e o que é pior,principalmente, no caso da Dengue podendo levar à morte por insuficiência hepática, renal ou por sangramento gastrointestinal.
Os médicos e odontólogos devem restringir o uso desse medicamento a casos especiais principalmente para crianças e adultos a partir de 50 anos pois nesses pacientes os efeitos colaterais são mais graves. Em nossa opinião o seu uso deveria ser mediante restrita prescrição médica em bloco receituário especial.
Na Índia, devido a alguns costumes religiosos, onde é comum que os mortos sejam devorados pelos urubus o uso do diclofenaco por humanos e animais quase dizimou a população de urubus naquele país. Fato esse que fez com que aumentasse substancialmente o número de cães que por sua vez elevou os casos de raiva em humanos.
A indústria farmacêutica, ávida por lucros, cala-se vergonhosamente e estimula a indicação dessas drogas por balconistas inescrupulosos aliados à falência do nosso sistema público cada vez mal administrado e corrupto.
O diclofenaco potássico ou sódico, de uso veterinário, por ser na maioria dos casos, letal aos animais, o seu uso é proibido na Índia e nos E.U.A. Desse mal, os animais, nesses países estão livres...
Eduardo Leite
gastroajuda@hotmail.com

Efeitos Colaterais de Diclofenaco Sódico
- Bula
Dor no local da injeção (uso parenteral). Dor e desconforto epigástrico, sangramento gastrointestinal ocasional, úlcera gástrica ou intestinal, dispepsia, anorexia, náusea, vômito, flatulência, constipação, diarréia. Insuficiência hepática, casos raros de hepatite, c/ ou sem icterícia. Pancreatite. Colite não-específica e exacerbação de colite ulcerativa. Estomatite, glossite. Reações de hipersensibilidade (erupção cutânea, urticária, rash, prurido, dermatite esfoliativa, púrpura alérgica, erupção bolhosa, eczema, broncoespasmo, angioedema, síndrome de Stevens-Johnson, epidermólise tóxica aguda). Cefaléia, tontura, vertigem, zumbido, transtornos do sono, depressão, ansiedade, distúrbios do paladar e da visão. Fotossensibilidade. Insuficiência renal, hematúria, proteinúria, nefrite intersticial, síndrome nefrótica. Alveolite, eosinofilia pulmonar. Discrasias sanguíneas. Edema, podendo precipitar insuficiência cardíaca congestiva.
Efeitos Colaterais de Diclofenaco Potássico
Bula
As seguintes estimativas de freqüência foram aplicadas: freqüente > 10%, ocasional > 1% - 10%, rara > 0,001% - 1%, casos isolados < 0,001%. • Trato gastrointestinal Ocasional: epigastralgia, distúrbios gastrointestinais tais como náusea, vômito, diarréia, cólicas abdominais, dispepsia, flatulência, anorexia, irritação local. Raros: sangramento gastrointestinal (hematêmese, melena, diarréia sangüinolenta), úlcera gástrica ou intestinal com ou sem sangramento ou perfuração. Casos isolados: estomatite aftosa, glossite, lesões esofágicas, estenose intestinal diafragmática, distúrbios do baixo colo tais como colite hemorrágica não-específica e exacerbação de colite ulcerativa ou doença de Crohn; constipação, pancreatite. • Sistema nervoso central Ocasional: cefaléia, tontura ou vertigem. Casos raros: sonolência. Casos isolados: distúrbios da sensibilidade, incluindo parestesia, distúrbios da memória, insônia, irritabilidade, convulsões, depressão, ansiedade, pesadelos, tremores, reações psicóticas, meningite asséptica. • Órgãos Sensoriais Casos isolados: distúrbios da visão (visão borrada, diplopia), deficiência auditiva, tinitus, distúrbios do paladar. • Pele Ocasionalmente: rash ou erupções cutâneas. Casos raros: urticária. Casos isolados: eritroderma (dermatite esfoliativa), perda de cabelo, reação de fotossensibilidade, púrpura, incluindo púrpura alérgica, erupção bolhosa, eczema, eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, síndrome de Lyell (epidermólise tóxica aguda). • Sistema urogenital Raro: edema. Casos isolados: insuficiência renal aguda, distúrbios urinários tais como hematúria, proteinúria, nefrite intersticial, síndrome nefrótica, necrose papilar. • Fígado Ocasionalmente: elevação dos níveis séricos das enzimas aminotransferases. Casos raros: hepatite, com ou sem icterícia. Casos isolados: hepatite fulminante. • Sangue Casos isolados: trombocitopenia, leucopenia, anemia (hemolítica e aplástica), agranulocitose. • Hipersensibilidade Casos raros: reações de hipersensibilidade tais como asma, reações sistêmicas anafiláticas/anafilactóides, incluindo hipotensão. Casos isolados: vasculite, pneumonite. Sistema Cardiovascular Casos isolados: palpitação, dores no peito, hipertensão, insuficiência cardíaca congestiva.

http://eduardoleite.blogspot.com/2011/05/diclofenaco-o-anti-inflamatorio-que.html

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Ministério Público promove Audiência para discutir sobre a saúde em Riachão

Dessa vez a Audiência foi sobre Saúde Pública no Município, o evento teve início às 9h desta quarta-feira (27) e foi mais uma vez, realizada no Salão do Júri do Fórum Desembargador Abelard Rodrigues, em Riachão do Jacuípe.

Além da presença da Promotora de Justiça de Riachão e idealizadora da Audiência Analízia Freitas, estavam a Dra Itana Viana, Coordenadora Estadual em Saúde do Ministério Público e Andreis Alonso, Superintendente da DIPRO, (Diretoria de Regulação dos procedimentos Médicos do Estado da Bahia).

 Andreis iniciou a Audiência falando da importância do cidadão em conhecer o Sistema de Regulação da Saúde Pública e que é através desse Sistema e de sua organização é que o cidadão garante o seu acesso a todas as formas de assistência à saúde, desde a atenção básica  e continuidade de seu tratamento até a sua reabilitação.

“Temos que discutir com mais eficiência e responsabilidade a transferência de nossos  pacientes  para as cidades de atendimento de média e alta complexidade”, defendeu Alonso, se referindo aos municípios que transportam seus pacientes, de forma inadequada e sem responsabilidade com a vida dos cidadãos .

Sobre isso, a Dra. Itana Viana fez uma relação do uso dos Serviços da Saúde como meio de promoção de alguns políticos e  frisou : “Saúde não é uma questão de favor  e sim de direito de todo cidadão”.

Pois, segundo ela, é comum nos municípios, políticos se beneficiarem com as demandas do setor de Saúde para se elegerem: “Isso não é um papel dos políticos, o papel deles é fiscalizar e aplicar bem as verbas, isso é corrupção e clientelismo político, atitudes desse tipo a gente denuncia ao Ministério público”, enfatizou mais uma vez, arrancando aplausos calorosos da platéia jacuipense.

A saúde em Riachão - Serviço Público x  Clientelismo Político

Representando o Município, por conta mais uma vez, da ausência do prefeito municipal Lauro Falcão em audiências públicas, estava o vice-prefeito Gilsoney Passos, que foi lembrado pelo Superintendente como o homem de atribuições múltiplas, pois além de médico, é diretor de um Hospital e vice-prefeito, ele salientou não saber como o médico consegue corresponder em tempo integral a tantas funções.
Fazendo uma ponte ao que horas antes a Dra. Itana Viana havia frisado, em Riachão, historicamente, talvez ser um agente de saúde e se promover na política não seja uma tarefa incomum.

Pois, pela segunda vez consecutiva o médico Gilson Ney é vice-prefeito, a própria Secretária de Saúde, Núbia Leite, já se candidatou ao cargo de vereadora após assumir a mesma Secretaria e não por acaso do seu lado, estava também presente na Audiência de hoje, o atual vereador popularmente conhecido “Celinho da Saúde”, uma pessoa comum que não tinha nenhuma formação nem atuação específica na área, mas que através de seu “prestígio” e acesso aos serviços de levar e trazer pacientes da capital, se fez vereador.

Se o jacuipense refrescar a memória vai lembrar tantos outros “Joãozinhos” e “Marias” da Saúde, todos, eleitos ou não, mas popularizados através dos serviços públicos, que segundo a Dra. Itana é uma questão de Direito Constitucional do cidadão e não de clientelismo político.

Outra questão frisada pelos mediadores do evento foram os hospitais com leitos vazios nos municípios, mas que hospitais estaduais estão superlotados de pacientes desses municípios. Os mesmos atribuíram essa situação, mais uma vez, à incapacidade dos gestores e secretários municipais em organizar e equipar suas instituições.

Alonso lembrou ainda, que a maioria dos prefeitos centraliza o poder e não deixam os secretários administrarem as Secretarias de Saúde, e que de fato, quase sempre, não repassam as verbas, muitas vezes nem sequer os 15% que são obrigatórios.

Com base nisso, a Dra. Itana lembrou que no Portal da Transparência do Ministério Nacional da Saúde estão postados todos os números referentes ao que cada município recebe para aplicar na Saúde, e que dependendo do município, cada paciente custa ao estado em torno de R$ 18 a 13 mil.

Participação do público

Embora o tempo tenha sido limitado, alguns jacuipenses fizeram questionamentos sobre a Saúde em Riachão.

Evaldo Soares trouxe a situação de uma criança com hidrocefalia e que o Município não a encaminhou ao atendimento necessário, o que levou a família a recorrer ao apoio de um determinado deputado. Em resposta a essa situação a Coordenadora Itana, mais uma vez, enfatizou que quem é dono do paciente é o município e não deputados ou outros políticos que sejam, instruindo-os a formalizarem denúncia contra o município junto ao Ministério Público.

Outro questionamento veio de um senhor, mais conhecido por Ladinho da Chapada, presidente da Associação Comunitária de seu povoado, que denunciou a situação de abandono do Matadouro local. O que para a Dra Itana é também uma questão de Saúde Pública e acima de tudo de Atenção Básica com a saúde dos munícipes.

O evento seguiu com a palestra da Dra. Itana sobre Atenção Básica, frisando as competências e obrigações do Município com os seus pacientes e cidadãos de forma geral. Para ela, se o Município combater doenças como a Diabetes e Hipertensão, consequentemente, reduzirá o número de infartos e outros problemas cardiovasculares, hoje campeão de mortes em todo o país.

O evento terminou ainda a pouco, por volta das 13h, ficando outros debates sobre saúde para serem colocados pela população e Agentes de Saúde no próximo PPA Participativo, o Plano Plurianual de Saúde do Município, programado para o dia 20/05/2011.

Por Laura Ferreira
http://www.interiordabahia.com.br/p_justica/14750.html

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Riachão - Audiência sobre implementação e implantação da política de Regulação do Sistema de Saúde

Discutir sobre a implementação e implantação da política de Regulação do Sistema de Saúde nos Municípios é o objetivo da audiência pública que acontecerá no próximo dia 27, quarta-feira, no Salão do Júri do Fórum Abelard Rodrigues, no município de Riachão do Jacuípe, a 183 km de Salvador. Presidida pela promotora de Justiça Analízia Freitas Cézar Júnior, a audiência contará com a participação do superintendente de Gestão dos Sistemas de Regulação da Atenção à Saúde (Dipro), Andrès Alondo, que proferirá uma palestra sobre o assunto, e da promotora de Justiça Itana Viana, coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Proteção e Defesa da Saúde (Cesau).
O evento tem por público alvo gestores municipais, vereadores, secretários, conselheiros e profissionais de Saúde dos municípios de Riachão do Jacuípe, Pé de Serra, Ichu, Candeal, Capela do Alto Alegro, Nova Fátima e Gavião.
http://www.mp.ba.gov.br/visualizar.asp?cont=3011&

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Campanha de vacinação começa na segunda

A campanha nacional de vacinação contra gripe, voltada principalmente para idosos, começa na próxima segunda-feira (25). Este ano a campanha pretende imunizar 29 milhões de pessoas em todo o país, entre idosos, trabalhadores da área de saúde, gestantes e crianças entre seis meses e dois anos. O período de vacinação irá até 13 de maio e, no dia 30 de abril, acontece o Dia Nacional de Mobilização contra Influenza.
http://www.bahianoticias.com.br/noticias/noticia/2011/04/18/91962,campanha-de-vacinacao-comeca-na-segunda.html

domingo, 17 de abril de 2011

Aprenda a usar e limpar garrafinhas de água, squeezes e mamadeiras

Recipientes plásticos devem ser higienizados e têm prazo de validade.
Doenças como hepatite A, salmonela e gripe podem ser adquiridas na água.

 Saiba mais AQUI

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Infográfico – Saiba como o álcool afeta cada parte do seu corpo.


Para ter acesso ao infográfico e saber como o álcool afeta cada parte do seu corpo, clique na imagem.

Alcoolismo

Do ponto de vista médico, o alcoolismo é uma doença crônica, com aspectos comportamentais e socioeconômicos, caracterizada pelo consumo compulsivo de álcool, na qual o usuário se torna progressivamente tolerante à intoxicação produzida pela droga e desenvolve sinais e sintomas de abstinência, quando a mesma é retirada.
Fatores genéticos
Sem desprezar a importância do ambiente no alcoolismo, há evidências claras de que alguns fatores genéticos aumentam o risco de contrair a doença.
O alcoolismo tende a ocorrer com mais freqüência em certas famílias, entre gêmeos idênticos (univitelinos), e mesmo em filhos biológicos de pais alcoólicos adotados por famílias de pessoas que não bebem.
Estudos mostram que adolescentes abstêmios, filhos de pais alcoólicos, têm mais resistência aos efeitos do álcool do que jovens da mesma idade, cujos pais não abusam da droga.
Muitos desses filhos de alcoólicos se recusam a beber para não seguir o exemplo de casa. Quando acompanhados por vários anos, porém, esses adolescentes apresentam maior probabilidade de abandonar a abstinência e tornarem-se dependentes.
Filhos biológicos de pais alcoólicos criados por famílias adotivas têm mais dificuldade de abandonar a bebida do que alcoólicos que não têm história familiar de abuso da droga.
Intoxicação Aguda
O álcool cruza, com liberdade, a barreira protetora que separa o sangue do tecido cerebral. Poucos minutos depois de um drinque, sua concentração no cérebro já está praticamente igual à da circulação.
Em pessoas que não costumam beber, níveis sangüíneos de 50mg/dl a 150 mg/dl são suficientes para provocar sintomas. Esses, por sua vez, dependem diretamente da velocidade com a qual a droga é consumida, e são mais comuns quando a concentração de álcool está aumentando no sangue do que quando está caindo.
Os sintomas da intoxicação aguda são variados: euforia, perda das inibições sociais, comportamento expansivo (muitas vezes inadequado ao ambiente) e emotividade exagerada. Há quem desenvolva comportamento beligerante ou explosivamente agressivo.
Algumas pessoas não apresentam euforia, ao contrário, tornam-se sonolentas e entorpecidas, mesmo que tenham bebido moderadamente. Segundo as estatísticas, essas quase nunca desenvolvem alcoolismo crônico.
Com o aumento da concentração da droga na corrente sangüínea, a função do cerebelo começa a mostrar sinais de deterioração, provocando desequilíbrio, alteração da capacidade cognitiva, dificuldade crescente para a articulação da palavra, falta de coordenação motora, movimentos vagarosos ou irregulares dos olhos, visão dupla, rubor facial e taquicardia. O pensamento fica desconexo e a percepção da realidade se desorganiza.
Quando a ingestão de álcool não é interrompida surgem: letargia, diminuição da freqüência das batidas do coração, queda da pressão arterial, depressão respiratória e vômitos, que podem ser eventualmente aspirados e chegar aos pulmões provocando pneumonia entre outros efeitos colaterais perigosos.
Em não-alcoólicos, quando a concentração de álcool no sangue chega à faixa de 300mg/dl a 400 mg/dL ocorre estupor e coma. Acima de 500 mg/dL, depressão respiratória, hipotensão e morte.
Metabolismo do álcool
O metabolismo no fígado remove de 90% a 98% da droga circulante. O resto é eliminado pelos rins, pulmões e pele.
Um adulto de 70kg consegue metabolizar de 5 a 10 gramas de álcool por hora. Como um drinque contém, em média, de 12 a 15 gramas, a droga acumula-se progressivamente no organismo, mesmo em quem bebe apenas um drinque por hora.
O álcool que cai na circulação sofre um processo químico chamado oxidação que o decompõe em gás carbônico (CO2) e água. Como nesse processo ocorre liberação de energia, os médicos recomendam evitar bebidas alcoólicas aos que desejam emagrecer, uma vez que cada grama de álcool ingerido produz 7,1 kcal, valor expressivo diante das 8kcal por grama de gordura e das 4kcal por grama de açúcar ou proteína.
Usuários crônicos de álcool costumam nele obter 50% das calorias necessárias para o metabolismo. Por isso, freqüentemente desenvolvem deficiências nutricionais de proteína e vitaminas do complexo B.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Cartilha: A Prevenção do Uso de Drogas e a Terapia Comunitária

Para acessar, clique na imagem.


ALCOOL E DROGAS - EDUCAR PARA PREVENIR

TUDO PODE ACONTECER
É muito comum ouvirmos afirmações do tipo: Eu nunca pensei que isso fosse acontecer na minha família!
É claro que ninguém espera, e muito menos deseja, que um membro da família, ou um amigo, venha a se envolver com drogas.
Mas, infelizmente, isto pode acontecer. Principalmente com as proporções epidêmicas que o uso e o abuso das drogas vem atingindo no mundo inteiro, inclusive aqui, perto de nós.
O problema, muitas vezes, começa na própria família, com drogas lícitas como o álcool, o cigarro, os medicamentos e outros produtos, que aparecem entre as principais causas de morte evitáveis.
O combate pode ser feito por várias ações: a repressão ao tráfico, a redução da produção e, principalmente, pela prevenção, reduzindo o consumo e evitando que as pessoas comecem a consumir. É a ação mais eficaz, sem dúvida, e pode ser praticada por todos nós.
COMO AJUDAR OS FILHOS?
  • Afeto: Manifestações de carinho e amor são sempre bem vindas. Abrace, beije, incentive os filhos, mesmo em público. Fortaleça os vínculos entre os membros da família, incentivando o clima de afetividade, sinceridade e companheirismo entre todos.
  • Ambiente: Reduza a influência negativa que possa vir de outros grupos. Faça com que o ambiente familiar seja atrativo e aconchegante. Faça com que seu filho se sinta bem em sua própria casa.
  • Diálogo: Ache tempo para conversas e consultas freqüentes sobre qualquer assunto. Reserve um tempo especial para cada membro da família. Mantenha em casa um clima de diálogo franco e aberto. Converse com seus filhos sobre o consumo de álcool e de outras drogas, mas também sobre demais assuntos que fazem parte de seus interesses.
  • Exemplo: Álcool e cigarro são drogas lícitas, mas evite consumi-las, se não quiser estimular os filhos a fazer o mesmo. Viva o que você recomenda aos seus filhos. Mesmo que os contestem ou questionem, terão nos pais os melhores exemplos e guias.
  • Liberdade: Mais autonomia significa maior capacidade de decisão. Incentive a responsabilidade de cada um. Respeite os valores e os sentimentos de seu filho. Evite criticá-lo o tempo todo.
  • Modelo: Cuide para que a relação com os filhos seja fundamentada na confiança e no respeito. Isso cria um modelo de comportamento para eles. Os jovens precisam de bons modelos.
  • Ocupação: Encoraje as atividades criativas e saudáveis de seus filhos, ajude-os a lidar com as pessoas de seu meio, motive-os a tomar decisões, ensine-os a assumir responsabilidades e estimule-os a desenvolver valores fortes e o senso crítico diante das mais diferentes situações, inclusive das drogas.
  • Participação: Tome decisões em conjunto, assim todos percebem que suas opiniões e pontos de vista são respeitados.
  • Presença: Reforce as relações familiares, participe mais das atividades dos filhos. Cresça com seus filhos.
  • Prevenção: Explique sempre aos filhos quais são os riscos do uso de drogas. Ensine-os a não experimentá-las.
  • Princípios: Evidencie os princípios espirituais, em contraposição aos valores materiais.
  • Regras claras: Imponha limites. Quando fizer alguma proibição, não deixe dúvida sobre suas razões. O amor de pai e de mãe precisa ser exigente. Esse amor acompanha, coloca limites, exige comportamentos, orienta respostas, deixa as regras claras e alerta para os sinais de fraqueza. Confie em seus filhos.
EDUCANDO COM VALORES
A educação dos filhos é uma das tarefas mais importantes que podemos realizar, mas é também aquela para a qual menos nos preparamos. Quase todos aprendemos a ser pais seguindo o exemplo que nos deram nossos próprios pais.
Hoje em dia, a extensão do uso do álcool e de outras drogas a nossos filhos, famílias e comunidades tem uma força que era desconhecida até 30 ou 40 anos. Sinceramente, somos muitos os que necessitamos de ajuda para enfrentarmos esta temível ameaça à saúde e ao bem estar de nossos filhos. Por sorte, também temos mais informações sobre o que funciona para prevenir que estes usem drogas.
Como pais, podemos utilizar este progresso em benefício de nossa família.
ENSINANDO PRINCÍPIOS UNIVERSAIS
Cada família tem suas expectativas de conduta que vêm determinadas pelos princípios. Com muita freqüência são estes princípios que ajudam nossos filhos a decidir que não tomarão álcool nem outras drogas.
Os princípios sociais, familiares e religiosos são os que dão aos jovens os motivos para dizer “não” e os que os ajudam a manter sua decisão.
Provavelmente, você já sabia disto e, certamente, já o havia posto em prática em sua casa. Mas não será demais examinar nossas ações como pais. Algumas maneiras que ajudam a clarear os princípios familiares:
  • Comunicar os princípios abertamente. Falar sobre a razão da importância de princípios como a honestidade, a fidelidade, a integridade, a confiança em si mesmo e a responsabilidade, assim como da utilidade que eles tem para ajudar seus filhos a tomar decisões corretas.
  • Ensine a seus filhos que cada decisão se baseia em uma decisão anterior, tomada quando se está formando o caráter, pelo que uma boa decisão faz com que seja mais fácil tomar a seguinte. Somos o resultado das escolhas que fizemos em nosso passado.
  • Reconheça como afeta suas ações o desenvolvimento dos princípios de seus filhos. Os filhos copiam a conduta dos pais. Se os pais fumam os filhos tem mais possibilidades de converter-se em fumantes. Trate de avaliar como você usa o fumo, o álcool, os remédios receitados e inclusive os que se compram sem receita. Considere que com suas atitudes e atos pode estar contribuindo à formação da decisão de seus filhos de tomar, ou não, álcool e outras drogas.
Isto não significa que, se você costuma beber um pouco de vinho nas refeições, ou a tomar ocasionalmente uma cerveja, precisa deixar de fazê-lo. Os filhos podem entender e aceitar que haja diferenças entre o que podem fazer os adultos, legal e responsavelmente, e o que se torna apropriado e legal para eles.
Deve manter, no entanto, esta distinção com toda clareza. A este respeito, seus filhos não devem intervir em absoluto: não devem preparar seu copo nem trazer-lhe a cerveja. E por mais inofensivo que pareça, não permita que provem uns goles.
Muitos de nós fazemos algumas coisas sem pensar no que significam. É algo normal. Porém, se queremos transmitir a nossos filhos a mensagem correta, convém que sejamos precavidos ante determinadas condutas.
Nilo Momm
Membro da Comissão Nacional da
Pastoral da Sobriedade – C.N.B.B.
Contato: nilomomm@ig.com.br
http://www.pime.org.br/missaojovem/mjeducdrogas.htm

terça-feira, 5 de abril de 2011

Cartilha sobre poluição sonora

Você sabia que mesmo ruídos baixos e emitidos à luz do dia podem ser considerados poluição sonora? E que não é preciso decibelímetro para medir o tamanho do barulho, basta uma pessoa se sentir incomodada para que a poluição fique passível de ser enquadrada como crime ou contravenção penal? Esses e outros mitos sobre o tema estão sendo tratados na cartilha “Poluição sonora – Silento e o barulho”, como parte de uma grande campanha de combate ao problema. 

A cartilha aborda de forma simples todos os aspectos envolvidos na poluição sonora. O tema é apresentado nas primeiras quatro páginas em uma história em quadrinhos cujo personagem principal é Silento, que nunca consegue descansar por causa do barulho que o cerca e acaba tendo problemas de saúde por conta disso. A cartilha traz, já na HQ, alguns conceitos importantes sobre o problema, resumindo todos os aspectos relacionados à poluição sonora.

Nas páginas seguintes, o leitor encontrará orientações sobre o que fazer e a quem procurar caso esteja sendo prejudicado com a poluição sonora. Com abordagem ampla, a cartilha traz orientações específicas também para poluidor, proprietário de veículo, policial militar e civil, agente de trânsito e construtor, mostrando o que cada um deve fazer para que a legislação contra poluição sonora seja cumprida. Há, ainda, um resumo de todas as leis existentes sobre o tema e uma lista com telefones e endereços de todos os órgãos a quem cabe algum papel no controle da emissão de ruídos.

No capítulo com respostas às dúvidas mais freqüentes, ficamos sabendo que medir o som com decibelímetro só é necessário quando o objetivo é provar uma infração administrativa. Para considerar a emissão de ruído como crime ou contravenção penal, bastam testemunhas e documentos, como atestados médicos, gravações em áudio ou vídeo, por exemplo.

A poluição sonora é, atualmente, uma dos maiores motivos de reclamações da população ao Ministério Público. Em vários municípios, os promotores vêm atuando contra o problema, seja cobrando a atuação dos órgãos de controle, seja emitindo recomendações ou realizando termos de ajustamento de conduta com os poluidores. Causadora de estresse e até de confrontos entre vizinhos, a poluição sonora é considerada um problema de saúde pública e de segurança.

Para acessar a cartilha, clique AQUI

http://www.mp.pe.gov.br/index.pl/20090411_sonora

domingo, 3 de abril de 2011

SAÚDE E EDUCAÇÃO

O QUE ESCOLA TEM A VER COM A SAÚDE ?

O QUE A ESCOLA PODE FAZER PARA PROMOVER A SAÚDE DE CRIANÇAS, ADOLESCENTES E JOVENS ?

PROMOÇÃO E PREVENÇÃO DA SAÚDE DE CRIANÇAS, ADOLESCENTES E JOVENS . Saúde é matéria de escola?

SAÚDE E EDUCAÇÃO: AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE. O que a escola tem a ver com a saúde comunitária?

A SAÚDE DO PROFESSOR. Como cuidar da saúde dos professores? A quem compete cuidar?

Estas questões são tratadas na publicação do Ministério da Educação. Para acessá-la, clique na imagem.

sábado, 2 de abril de 2011

Meningite: Sesab mantém plano de vacinação

A Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) informou nesta sexta-feira (1°) que vai manter o programa de vacinação contra a meningite, que prevê a imunização nos 417 municípios baianos para crianças de até 2 anos e campanhas pontuais nas faixas de 0 a 5 anos e de 10 a 24 anos. Os dois casos registrados do tipo meningocócica no bairro de Valéria, com uma morte e outro paciente internado, ambos com 9 anos, não alteraram os planos da secretaria, que alega não haver indicativo de surto, queda na incidência da doença e baixa procura pela vacina nas campanhas realizadas este ano. “A vacinação leva em consideração o comportamento da doença, os conceitos de risco de doença e risco de morrer. É preciso muito cuidado neste trabalho para não se dá um tiro no pé numa vacinação indiscriminada”, afirmou a coordenadora de Imunização da Sesab, Fátima Guirra. Com informações da Tribuna da Bahia.
http://www.bahianoticias.com.br/noticias/noticia/2011/04/02/90607,meningite-sesab-mantem-plano-de-vacinacao.html

quarta-feira, 30 de março de 2011

CARTILHAS - ALCOOL / DROGAS

O problema das drogas atinge toda a sociedade.
A obrigação de proteger nossa família é de cada um de nós e deixar esta tarefa somente para as autoridades é colocar nossos filhos em risco.
Somente assumindo nossa posição de pais e educasdores poderemos diminuir o acesso às drogas.
Para acessar as cartilhas, basta clicar nas imagens.